quarta-feira, 6 de agosto de 2014

SAIBAMOS PENSAR

SAIBAMOS  PENSAR

       Se pretendes receber  a luz dos anjos para viver em paz entre os homens, observa como pensas, a fim de que a sombra de ontem não te anule a esperança de hoje.
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       Cada dia é frente movimentada na luta silenciosa, em que nos cabe entronizar na consciência aquela vitória espiritual sobre nós mesmos, capaz de assegurar-nos a suspirada penetração na Vida Celeste.
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       Hora a hora, aprendamos  pensar com o bem, pelo bem, junto do bem, através do bem e estendendo o bem, a fim de que venhamos a errar menos, diante das leis que nos regem.
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       Observando o irmão transviado, que a convenção apelida por malfeitor, mentaliza-lhe a recuperação que o integrará na comunidade das criaturas úteis e auxilia-o quanto possas.
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       Perante a irmã que se fez infeliz na conceituação dos outros, reflete no esforço que o seu valor feminino despendeu para ser nobre e digna e estende-lhe mãos fraternas.
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       Ante o delinquente que se transformou em réu da justiça, medita na batalha indefinível que o companheiro desventurado terá vivido em si próprio, antes de render-se à tentação e ampara-o com os recursos ao teu alcance.
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       Não cubras teus olhos com o crepe do pessimismo, nem envolvas teus braços no gelo da indiferença.
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       Aprende a pensar para o bem para que o bem te ensine  ver e a servir.
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       Onde o mundo situa o aviltamento e a corrupção, a falência e a queda, o pensamento reto descobre sonhos malogrados e aspirações desfeitas que a tempestade da ignorância e da penúria destruiu.
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       Não te confies às sugestões da tristeza e do desânimo, da crueldade e da maldição.
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       Passa auxiliando e sentirás no irmão da estrada a continuação de ti mesmo.
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       E, acendendo a luz da confiança e da bondade em torno dos próprios pés, guardarás a mente invulnerável à influência das trevas, convertendo o próprio espírito em vaso sagrado no qual o pensamento nobre, recolhido com limpidez e segurança, transformar-te-á a existência em estrela, brilhando na Terra em abençoada antecipação ao Reino de Deus.
(De “Nós”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

A Ação dos Guias Espirituais e o Carma - IV




PERGUNTA:  E esse recurso a que vos referis é suficiente para ajustar o protegido rebelde às inspirações superiores?

RAMATIS:  Naturalmente, estamos pressupondo um tipo psicológico para o nosso exemplo, de cujo sofrimento possais tirar ilações proveitosas para outros casos semelhantes ou da mesma índole espiritual. No entanto, esse tipo é bem mais comum do que imaginais, e muito acovardado diante das provas retificadoras do espírito!
Embora possam variar imensamente os recursos e os métodos empregados pelos guias, conforme as reações psicológicas de cada uma criatura em prova, a enfermidade ainda é a mais valiosa intervenção corretiva para coibir o abuso dos encarnados que se imaginam “donos do mundo” e pretendem viver completamente desligados de qualquer compromisso ou obrigação para com os seus amigos e mentores que os acompanham do mundo invisível. O corpo físico é o banco escolar onde a alma se assenta para aprender o alfabeto espiritual e proceder à sua necessária renovação interior. Desde que esse aluno despreze as oportunidades do aprendizado espiritual e prefira entregar-se ao comando das paixões animais, é muito comum a enfermidade, como um efeito confrangedor das vidas passadas, assim como pode ocorrer a intervenção disciplinadora do Alto, se for necessária.
Para nosso exemplo anterior, aproveitamos o tipo do homem irascível, violento e intolerante, que abusa da sua organização carnal privilegiada sobre os menos agraciados de corpo ou subalternos, cuja ostensividade nociva só poderá ser corrigida quando atirado ao leito de dor e vítima de prolongada enfermidade. Posteriormente, flácido de carnes, impotente e algemado a um corpo débil, esfrangalhado sobre um colchão incômodo, há de sentir a confrangedora humilhação de sua fragilidade humana! Perde o peso assustadoramente, e a carne se descora; os olhos fulgurantes e os lábios crispados ficam mortiços e exangues; a respiração ruidosa e imponente substitui-se por um débil fio de ar que flui dificultosamente pela boca entreaberta; os costumeiros gritos estentóricos se transformam em breves sussurros a pedirem chá e medicamentos. Desamparado da musculatura vigorosa, terá que reconhecer o valor da comunhão da família e receber-lhe o auxilio para sobreviver! Antes, expulsava de sua presença até os humildes que desejavam servi-lo; depois, abatido e exangue, beberica o remédio pelas mãos de uma criança e sorve a sopa nutritiva sob a vigilância da esposa amiga!
 
Na melancolia do leito de sofrimento, sobrar-lhe-á tempo para avaliar os serviços que lhe prestam na hora angustiosa; compreenderá a inutilidade do orgulho e da irascibilidade baseados no fato de possuir um corpo excessivamente acolchoado de carne. Então a visita de um amigo, o interesse do vizinho ou a lealdade constante da esposa serlhe-ão acontecimentos agradáveis e aguardados com ansiedade. Os mais pequeninos favores transformam-se em dádivas do céu para o gigante de carne soterrado no leito e que não consegue, sequer, atender às suas próprias necessidades fisiológicas. Visitado por facultativos que lhe lavram diagnósticos sentenciosos; cercado de medicamentos famosos da farmacologia moderna; colecionando chapas radiográficas, exames complexos de laboratório; perfurado de hipodérmicas e saturado de drágeas e comprimidos, já a perspectiva de ser um ente incurável torna-o cada vez mais acovardado! Mas que importam ao guia os diagnósticos brilhantes, as elucubrações etiológicas ou as citações clássicas do rigor médico acadêmico, quando o que interessa é a queda do brutamontes vencido na arena da vida humana! Malgrado se louve a competência médica que lavrou um diagnóstico grave de enfarte cardíaco, a diabetes “mellitus”, a angina pectoris ou a disfunção cárdio-hépato-renal, o que realmente se torna proveitoso para o espírito ali aprisionado na carne flácida é a natureza de suas novas reflexões, que lhe devem despertar um novo entendimento sobre a verdadeira natureza humana tão frágil, assim como guiar-lhe a visão egocêntrica para a vida real do espírito!

Ramatís – Fisiologia Da Alma

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O PODER DA DETERMINAÇÃO

O PODER DA DETERMINAÇÃO - GLENN V. CUNNINGHAM

Glenn Cunningham (athlete)Senhoras e senhores, esta postagem reflete muito bem, sobre o poder da determinação! Leia a história desse corredor americano, e veja como é possivel evitar a amputação de um membro, até mesmo driblar a morte,  pelo menos por ocasiõo daquele fatídico incêndio em sua escola rural!

)

A casinha de uma escola rural era aquecida por um velho e bojudo forno a carvão. Um garotinho tinha a função de ir mais cedo à escola todos, os dias, para acender o fogo e aquecer o recinto antes que a professora e seus colegas chegassem.
Certa manhã, eles chegaram e encontraram a escola engolida pelas chamas. Retiraram o garotinho inconsciente do prédio em chamas, mas morto do que vivo.Tinha queimaduras profundas
na parte inferior do corpo e foi levado para o hospital do municipio vizinho.
Imagem precária do garoto Glenn V.Cunningham,
após o incêndio, sendo levado nos braços
GLENN V. CUNNINGHAM - INCÊNDIO 

De seu leito, o semiconsciente e pavorosamente queimado, o garotinho ouviu ao longe o médico que conversava com sua mãe. O médico dizia a ela que seu filho provavelmente morreria, pois o terrivel fogo devastara a parte inferíor do seu corpo. Os médicos queriamamputar-lhe as pernas
para dar a ele alguma chanche de sobrevivência.
Porém o bravo garotinho não queria morrer. Ele se conveceu de que sobrevivería. De alguma maneira, ele realmente sobreviveu. Quando o risco da morte havia passado. ele novamente ouviu o médico e sua mãe falando baixinho. A mãe foi informada de que, uma vez que o fogo destruíra tantos músculos na parte inferior de seu corpo, ele estava condenado a ser eternamente inválido e não fazer uso algum de seus membros inferiores.
Mais uma vez o bravo garotinho tomou uma decisão. Ele andaría. Mas, infelizmente, da cintura para baixo, ele não tinha nenhuma capacidade motora. Suas pernas finas pendiam inertes, quase sem vida.
Finalmente ele teve alta do hospital. Todos os dias sua mãe massageava suas perninhas, mas não havia sensação, controle, nada. Ainda assim, sua determinação de andar era mais forte do que nunca. Num dia ensolarado, sua mãe o conduziu até o quintal para tomar um pouco de ar fresco. Neste dia, ao invés de ficar sentado na cadeira de rodas, ele se jogou no chão. Arrastou-se pela grama, puxando as pernas atrás de si. Conseguiu chegar até a cerca de estacas brancas que limitava o terreno. Com grande esforço, levantou-se, apoiando na cerca. E então, estaca por estaca, começou a arrastar-se ao longo da cerca, decidido a andar. Começou a fazer isso todos os dias até que um caminho se formou ao lado da cerca, e em volta de todo o quintal. Não havia nada  que ele desejasse mais do que dar vida àquelas pernas.
Finalmente, com as massagens diárias, com sua persistência de ferro e com sua resoluta determinação, ele foi capaz de ficar em pe, depois de andar mancando, e então, de andar sozinho.
Mais tarde, de correr. Começou a caminhar para a escola, depos passou a correr para a escola, e a correr pura e simplesmente pela alegria de correr.
Glenn V.Cunningham, o "Kansas Fyler", como era chamado, bateu recordes mundias na corrida de uma milha (4:96.8) em 1934, e 800 metros (1:49.7) em 1936. Ele deteve 12 dos 31 melhores tempos em corrida norte-americanos. Menos de 10 anos após o acidente ele já fazia parte do "Elkart Higt School Track Team". Glenn Cunningham tem seu nome gravado como um dos maiores corredores em 100 anos de história do Madison Square GARDEN.
GLENN V.CUNNINGHAM

Glenn Cunningham V. (04 de agosto de 1909 - 10 março, 1988) foi um corredor de longa distância americana e atleta considerado por muitos o maior miler americanos de todos os tempos. Ele recebeu o PRÊMIO James E. Sullivan como o atleta amador nos Estados Unidos em 1933.Nascido em Elkhart, Kansas, Cunningham foi apelidado de "Kansas Flyer", o "Elkhart Express" eo "Cavalo de Ferro do Kansas". Cunningham. pernas eram muito gravemente queimado em um incêndio escola quando ele tinha oito anos e seu irmão Floyd tinha treze anos. Floyd morreu no incêndio. Quando os médicos recomendaram amputar as pernas Glenn, ele estava tão angustiado que seus pais não permitiria isso. Os médicos previram que ele nunca poderia andar normalmente de novo. Ele havia perdido toda a carne de joelhos e canelas e todos os dedos em seu pé esquerdo. Além disso, o seu arco transverso ficou praticamente destruída. No entanto, sua grande determinação, juntamente com horas e horas de um novo tipo de terapia, permitiu-lhe gradualmente recuperar a capacidade de andar e continuar a executar. Foi no início do verão de 1919, quando ele tentou pela primeira vez andar de novo, cerca de dois anos após o acidente. Ele tinha uma atitude positiva, bem como uma forte fé religiosa. Seu verso favorito da Bíblia foi Isaías 40:31: "Mas aqueles que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correm e não se cansarão, andarão e não se fatigarão."Cunningham conquistou a medalha de Sullivan, em 1933, para as suas várias realizações em execução em distância média. Veja www.USATF.org para uma história desta medalha, e controlar os registros e biografias.Na Olimpíada de 1932 ele tomou 4 º lugar no m 1500, e nos Jogos Olímpicos de Berlim em 1936, ele ficou com a prata nos 1500 metros.       

GLENN V. CUNNINGHAM
Em 1938, ele estabeleceu um recorde mundial no longo milhas indoor de 4:04.4. Ele se retirou da competição em 1940. (Roger Bannister foi a primeira a quebrar a milhas de quatro minutos, em 1954.)Goal-unachieved Cunningham foi uma milha em quatro minutos. Muitas pessoas tentaram isso antes e não conseguiu. Vários teóricos proclamou que era impossível fisiologicamente para os seres humanos.Corredores tentei correr constante e acelerado o tempo todo. Outros tentaram namorar para o primeiro semestre, em seguida, dar-lhe tudo o que tinham. Cunningham tentei muitas maneiras diferentes. Seu maior sucesso foi uma estratégia, desenvolvida desde a infância, de executar o seu melhor desde o início e, em seguida, através de cada raça.Cunningham tem um parque que leva seu nome em sua cidade de Elkhart, Kansas.[Editar] Ligações externasesportes reference.com-EUA Track and Field of Fame Salão - Glenn Cunningham[1] Glenn Cunningham Bio e RegistrosCunningham chama de carreira - na Universidade de Kansas website história[2]Cunningham e treinador Hargiss em KU.   


Em 1934, ele estabeleceu o recorde mundial para a corrida milhas em 4:06.8, que ficou por três anos.


Em 1936, ele estabeleceu o recorde mundial na corrida de 800 m.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

MÉDIUNS DA REGENERAÇÃO



MÉDIUNS DA REGENERAÇÃO


Médiuns são anjos do céu
Que Deus mandou a esta mundo
Sabem eles, lá no fundo
Que são servidores do além.
Que devem usar seu talento
Toda noite e todo dia
Dos cegos de espírito, o guia
Ser conselheiros do bem.

Médiuns de psicofonia
São telefones dos céus
Que descortinam os véus
Do mundo espiritual.
Transmitem as orientações
Ou as dores de infelizes
Sofredores dos deslizes
Tirando-os do umbral.

VIDÊNCIA, pictografia, audiência
Também são mediunidades
Que vêm mostrar a verdade
Daqueles que foram corpo.
Uns veem a luz ou a desgraça
Outros as formas e as cores
Alguns ouvem seus amores
Todos trazendo conforto.

Psicografia é dom sublime
Carteiros a serviço de Jesus
Que nos trazem saber e luz
De tudo que há no infinito.
Vastas paginas iluminadas
Descrevem anjos, locais, céus
Paragens feitas por Deus
Para anjos e aflitos.

Médium não é panaceia
É trabalhador da verdade
Que busca sua liberdade
Para amenizar muitas dores.
Pouca a pouco se apaixona
Pelo serviço que escolhe
Cuidar sofredor não tolhe
E viram os seus amores.

São vitimas mui frequentes
De agressores dos umbrais
Que nos deslizes morais
Sofrem acosso constante.
Sabe que no seu dia a dia
Deve ser como o cientista
Que do vírus não se despista
E ter proteção bastante.

No uso da mediunidade
É como campo de batalha
De todo canto vem metralha
Para tentar destruir.
Que encontre corpo blindado
Energias sublimes da prece
No viver digno não perece
O trabalhador a construir.

Aquele que vive amando
A todos os filhos de Deus
As energias dos céus
São muros de proteção.
Estendendo as mãos de ajuda
Que toda criatura entende
Nem mesmo o inferno ofende
À tanto amor e emoção.

O médium não julga os atos
Daqueles que vem na dor
Sai distribuindo o amor
Àquele que sofre as dores.
A exemplo da natureza
O animal devora os brotos
Outros pisados pelos potros
E os campos semeiam flores.

O médium doa benesses
Altruísmo e sedução
Quando coloca em ação
Os sentimentos mais altivos.
Rebanha dos vis infernos
Nos canteiros mais escuros
Acalmando as mentes duras
Destes enfermos, cativos.

Porque vivendo a vida
Envoltos na luz do céu
E em tão transparente véu
Abre os caminhos de Deus.
Brilha na escuridão
Como diamante divino
Constrói caminho e destino
Que todos são filhos seus


sexta-feira, 25 de julho de 2014

TENSAO EMOCIONAL

TENSÃO EMOCIONAL



Não raro, encontramos, aqui e ali, os irmãos doentes por desajustes emocionais.
Quase sempre, não caminham. Arrastam-se. Não dialogam. Cultuam a queixa e a lamentação.
E provado está que, na Terra, a tensão emocional da criatura encarnada se dilata com o tempo.
Insegurança, conflito íntimo, frustração, tristeza, desânimo, cólera, inconformidade e apreensão, com outros estados negativos da alma, espancam sutilmente o corpo físico, abrindo campo a moléstias de etiologia obscura, à força de se repetirem constantemente, dilapidando o cosmo orgânico.
Se consegues aceitar a existência de Deus e a prática salutar dessa ou daquela religião em que mais te reconfortes, preserva-te contra semelhante desequilíbrio...
 Começa, aceitando a própria vida, tal qual é, procurando melhorá-la com paciência.
 Aprende a estimar os outros, como se te apresentem, sem exigir-lhes mudanças imediatas.
 Dedica-te ao trabalho em que te sustentes, sem desprezar a pausa de repouso ou o entretenimento que se te restaurem as energias.
 Serve ao próximo, tanto quanto puderes.
 Detém-te no lado melhor das situações e das pessoas, esquecendo o que te pareça inconveniente ou desagradável.
 Não carregues ressentimentos.
 Cultiva a simplicidade, evitando a carga de complicações e de assuntos improdutivos que te furtem a paz.
 Admita o fracasso por lição proveitosa, quando o fracasso possa surgir.
 Tempera a conversação com o fermento da esperança e da esperança e da alegria.
 Tanto quanto possível, não te faças problema para ninguém, empenhando-te a zelar por ti mesmo.
 Se amigos te abandonam, busca outros que consigam compreender com mais segurança.
 Quando a lembrança do passado não contenha valores reais, olvida o que já se foi, usando o presente na edificação do futuro melhor.
 Se o inevitável acontece, aceita corajosamente as provas em vista, na certeza de que todas as criaturas atravessam ocasiões de amarguras e lágrimas.
 Oferece um sorriso de simpatia e bondade, seja a quem for.
 Quanto à morte do corpo, não penses nisso, guardando a convicção de que ninguém existiu no mundo, sem a necessidade de enfrentá-la.
E, trabalhando e servindo sempre, sem esperar outra recompensa que não seja a bênção da paz na consciência própria, nenhuma tensão emocional te criará desencanto ou doença, de vez que se cumpres o teu dever com sinceridade, quando te falte força, Deus te sustentará e onde não possas fazer todo o bem que desejas realizar Deus fará sempre a parte mais importante!...
(Do livro "Companheiro", pelo Espírito Emmanuel, Francisco C. Xavier)


NA ESPERA DE ENCARNAÇAO


Pergunta: - Podereis dar-nos uma idéia dessa "fila" de espíritos candidatos à reencarnação na Terra, mas que ficam seriamente prejudicados pela "limitação de filhos"?
 
 
Ramatís: - Sem dúvida, no mundo espiritual não há "fila" no sentido propriamente dito, ou como se faz na Terra para a disciplina do povo. Referimo-nos apenas, quanto ao simbolismo da grande quantidade de espíritos desencarnados na "espera" de encarnação, pela devida ordem e merecimento.
A Terra é uma escola de educação espiritual, um curso primário que abrange o período de 28.000 anos do calendário terreno, para a necessária alfabetização dos seus alunos. O corpo carnal significa o banco escolar, que o espírito se utiliza para freqüentar esse curso físico terreno, enquanto o maior número de corpos gerados aumenta as probabilidades para a admissão de novos alunos.
Além dos bilhões de espíritos, que atualmente freqüentam a escola 1errena compondo a sua humanidade atual, ainda existe, no Espaço, em torno da Terra, uma carga espiritual de  20 bilhões de almas desencarnadas. Dez bilhões desses espíritos ainda podem permanecer equilibrados e tranqüilos, no Espaço, alguns quinhentos anos, outros mil ou mais, sem aflições ou necessidade de breve reencarne físico. Os outros dez bilhões, no entanto, precisam de renascimento imediato, pois são entidades cuja capacidade vibratória já se exauriu no ambiente sideral e as tornam desajustadas ou frustradas na freqüência superior do mundo espiritual. Esses espíritos, em sua maioria, sentem-se desesperados, melancólicos e infelizes, embora usufruindo de panoramas e condições agradabilíssimas, tal é a sua saturação emotiva e esgotamento psíquico. Embora pareça um paradoxo ou excentricidade, eles trocariam imediatamente o ambiente de venturas pelo prazer das emoções grosseiras no mundo carnal. Lembram o bugre, que em vez das atrações ruidosas e o encanto das metrópoles festivas, ele prefere voltar para a floresta anti-higiênica e selvática, e o caboclo, que não troca a sua modinha caipira pela majestosa sinfonia "Coral" de Beethoven. O mundo carnal ainda exerce forte atração nesse tipo de espíritos primários e demasiadamente condicionados aos prazeres e sensações físicas, que não puderam libertar-se em vidas anteriores. São algo como os macacos, que não trocam a mata e as bananas pela calda de pêssegos em pratos dourados!
Quanto a um terço desses dez milhões de espíritos, que necessitam urgentemente de corpos para renascerem fisicamente, constitui-se de entidades de baixa graduação espiritual, numa grande percentagem satânica, habitantes do astral inferior, maquiavélicos, impiedosos e vingativos! Jamais perdoarão aos encarnados que lhes negam os corpos prometidos antes de se encarnarem; são almas primárias e grandes pecadoras!
Serve-lhes qualquer corpo, a fim de poderem mergulhar a consciência na carne e livrarem-se do remorso torturante; a carne significa-lhes a esponja que apaga o passado e permite o recomeço proveitoso e sem frustração! Enfim, são dez bilhões de espíritos terrícolas, que transportam com freqüência, para o Além-Túmulo os seus problemas mentais e emotivos, frutos de desequilíbrios e desregramentos físicos. São uma espécie de árvores vivas, cuja copada aflora ao céu, mas suas raízes atolam-se na lama! Enfermos de todos os tipos, uns entediados na atmosfera superior por falta de treino angélico; alguns, alucinados, arrependidos ou atolados pelo remorso nas sombras do astral inferior; e outros, nos charcos, ainda submetidos ao sofrimento purificador! Porém, almas infelizes, desesperadas e arrastadas pelo magnetismo carnal, famintas de um corpo redentor!
 

 
Do livro: A Vida Humana e o Espírito Imortal –Ramatís/Hercílio Maes

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A VERDADEIRA PROSPERIDADE

Osho

Você tem de ser rico, mas não próspero. Riqueza é outra coisa. Um mendigo pode ser rico, e um imperador pode ser pobre. A riqueza é uma qualidade do ser.

Alexandre, o Grande, encontrou Diógenes, que era um mendigo, nu, com apenas uma lamparina, seu único bem. E ele mantinha sua lamparina acesa até durante o dia. Obviamente ele se comportava de maneira estranha; o próprio Alexandre teve de lhe perguntar: "
Por que você mantém essa lamparina acesa durante o dia?"

Ele levantou a lamparina, olhou para o rosto de Alexandre e disse: "Estou 
procurando pelo verdadeiro homem dia e noite, e não o encontro".

Alexandre ficou chocado porque um mendigo nu falara daquela maneira com ele, o conquistador do mundo. Mas percebeu que Diógenes era muito belo em sua nudez. Seus olhos eram tão silenciosos, sua face tão pacífica, suas palavras tinham tanta autoridade, sua presença era 
tão calma, tranquila e suave que, embora Alexandre se sentisse insultado, não pôde retrucar.

A presença do homem era tanta que o próprio Alexandre pareceu um mendigo a seu lado. Em seu diário ele escreveu: "Pela primeira vez senti que a 
riqueza era algo mais do que ter dinheiro. Vi um homem rico".

A riqueza é sua autenticidade, sua sinceridade, sua verdade, seu amor, sua criatividade, sua sensibilidade, sua meditatividade. Essa é sua 
verdadeira prosperidade.

Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade"

Auxílio da assistência do Alto

Pergunta: - Acreditamos que a assistência do Alto muito deverá ajudar no mais breve entendimento da imortalidade àqueles que se devotam às práticas e aos exercícios espirituais; não é assim?

Ramatís: - As igrejas católicas, os templos protestantes, adventistas, budistas,muçulmanos ou as sinagogas hebraicas; os centros espíritas, instituições esotéricas e tendas umbandistas, vivem todos repletos de criaturas ainda tão escravizadas à liturgia e à adoração inútil das formas terrenas que, em lugar de tentarem o seu despertamento mental para a verdadeira vida do espírito eterno, transformam suas crenças habituais numa dose de ópio com que procuram esquecer suas complicações e tricas cotidianas, ou então na solução precária dos seus caprichos e interesses.
Em geral, no seio dos sistemas religiosos ou das doutrinas espiritualistas, movem-se grupos de criaturas transformadas em "pedintes", exclusivamente interessadas em obter do céu a solução de problemas corriqueiros da vida física, e que raramente se preocupam com os deveres principais da própria alma, que é a grande esquecida de todos os tempos!
Desinteressam-se de ativar suas forças psíquicas e treinar a alma para a postura evangélica superior, que são fundamentos essenciais para a manifestação do anjo venturoso. Quando o véu da morte se estende sobre tais criaturas, que fazem de suas crenças um motivo de mendicância religiosa e se atrofiam na parasitose deliberada, então ingressam no Além quase que de mãos estendidas, constituindo-se em pesada carga viciada pela ociosidade espiritual, que ainda vai onerar os labores sacrificiais dos desencarnados benfeitores.

Há demasiado desinteresse entre quase todos os encarnados em conhecerem as suas próprias necessidades íntimas, pois atravessam a vida física em doida fuga do mais débil sofrimento c de qualquer vicissitude material, em lugar de recebê-los como lições valiosas, que renovam e retificam o espírito, a fim de que se possa libertar definitivamente do melancólico ciclo das reencarnações planetárias. Embora a vida física seja o processo natural de evolução e desenvolvimento da consciência espiritual, o terrícola prefere escravizar-se completamente à rotina monótona de beber, mastigar, vestir-se, dormir e procriar, qual autômato hipnotizado ao culto exagerado das formas transitórias da vida física.
 

Ramatís - “A Sobrevivência Do Espírito”(Atanagildo) Hercílio Maes – Editora do Conhecimento.