quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Legião dos Servidores de Maria

A Legião dos Servidores de Maria
 
Maria mantém no plano espiritual inúmeras organizações ; uma delas é
Legião dos Servos de Maria.
Nessas instituições podemos reconhecer o amor maternal da Mãe de Jesus
que é, a medida que mais se observa, mais abrangente; uma imagem dessa
abrangência é a dos braços maternais que abraçam o bebê de encontro ao
seio, envolvendo-o por completo.
Na Terra quando o Sol se põe, muitos elevam suas preces à Mãe de Jesus.
No plano espiritual também assim acontece.
A suavidade do crepúsculo, as estrelas que principiam a surgir, a natureza 
que silencia, tudo convida ao recolhimento...
Acreditamos que isso que acontece na Terra é reflexo de uma atitude muito
maior e mais profunda que ocorre no Mundo dos Espíritos.
Eis como a sensibilidade de Camilo registrou a hora da Ave Maria na Cidade
Esperança:
As solenidades do Ângelus encontravam-nos, frequentemente, ainda no parque.
Acentuava-se a penumbra em nossa cidade e nostalgia dominante envolvia
nossos sentimentos. Do Templo, situado na Mansão da Harmonia, região onde
se demoravam com frequência os diretores e educadores da Colônia, partia o
convite às homenagens que, naquele momento, seria de bom aviso prestarmos
à Protetora da Legião a que pertencíamos todos - Maria de Nazaré.
Pelos recantos mais sombrios da Colônia ressoavam então doces acordes, 
melodias suavíssimas, entoadas pelos vigilantes. Era o momento que a direção
geral rendia graças ao Eterno pelos favores concedidos a quantos viviam sob o
abrigo generoso daquele reduto de corrigendas, bendizendo a solicitude 
incansável do Bom Pastor em torno das ovelhinhas rebeldes, tuteladas da 
Legião de sua Mãe amorável e piedosa. E era ainda quando ordens desciam
de Mais Alto, orientando os intensos serviços que se movimentavam sob a
responsabilidade dos dedicados servos da mesma Legião. Todavia, não éramos
obrigados a orar. Fá-lo-íamos se o quiséssemos. Em Cidade Esperança, porém,
jamais tivéramos conhecimento de que algum aprendiz ou interno recusasse
agradecer ao Nazareno Mestre ou à sua Mãe boníssima, por entre lágrimas de
sincera gratidão, às mercês recebidas do seu inapreciável amparo !
 
(Obra: Maria Mãe de Jesus - Chico Xavier e Yvone A. Pereira)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

As defumações e as ervas de efeitos psíquicos - VIII





PERGUNTA: Considerando-se que os fluidos libertos na queima de ervas podem produzir um ambiente desagradável aos espíritos daninhos, por que as pessoas que processam a defumação não são afetadas por esses fluidos tão agressivos ou desagradáveis?

RAMATÍS: As lâmpadas elétricas ofuscantes, usadas pelos caçadores e pescadores, são nocivas para os insetos, mas completamente inócuas aos seres humanos! Enquanto os espíritos desencarnados, de graduação inferior, são atingidos no perispírito pela carga hostil e incômoda das energias liberadas na queima de ervas, os encarnados são imunes a tais reações devido ao anteparo ou biombo do corpo físico!

PERGUNTA: - Aprendemos com a doutrina espírita que a prece é defesa espiritual mais eficiente do que uma defumação supersticiosa de ervas odorantes.

RAMATÍS:  Mas, que pode fazer um homem completamente obsidiado, que já perdeu o seu comando mental, caso lhe aconselhem a oração? Alguém pode libertar-se do seu carma expiativo, só porque se entrega a orações? Não seria isso sancionar a velha fórmula de o sacerdote salvar o pecador à hora da morte, só porque ele se arrepende dos seus crimes e morre saturado de rezas, ladainhas e recomendações religiosas? Não ensina o Espiritismo que o homem não se salva por sua crença, mas pelas suas obras?

PERGUNTA: - Considerais que a oração é inócua em casos semelhantes?

RAMATÍS:  Advertimos que a oração, em geral, é um pedido disfarçado entre os comodistas da vida humana, em vez de um repositório de forças vivas libertadores. O filho que é grato pela existência feliz sempre escolhe palavras dignas e generosas, quando quer demonstrar a sua gratidão aos progenitores, mas os filhos indiferentes, ingratos e comodistas só se recordam dos pais para pedir-lhes novos favores, embora já estejam excelentemente favorecidos pelos bens da vida!

Do Livro: “Magia de Redenção” Ramatís/Hercílio Maes – Editora do Conhecimento.

O espírito é imortal?


Admitir a morte do Espírito, ou seja, da Alma, e divulgar ou trazer essa concepção para a tela da publicidade é criar mais um labirinto de dúvidas teológicas e aumentar a controvérsia existente entre as diversas crenças ou religiões, que já se encontram em divergências intransigentes quanto à interpretação da letra dos Evangelhos.           Em face da visão onisciente, imutável e absoluta da sabedoria de Deus, é inadmissível a "rebelião perene" da criatura contra o seu Criador e suas leis. Semelhante presunção e suas conseqüências punitivas são as da fórmula bíblica dos "anjos decaídos". Porém, tal dogma, como outros, não possui qualquer consistência moral de lógica e bom senso, nem mesmo para ser admitida sob um raciocínio apenas teórico, porquanto a morte do Espírito é uma impossibilidade concreta. 
A desintegração das consciências-indivíduos gerados ou nascidos do seio de Deus constituiria uma enorme aberração, visto que a extinção ou "morte" das centelhas vivas que o Criador lançou de Si implicaria na morte d'Ele próprio, que é a Fonte dessa vida. Tal qual se dará no dia em que se extinguirem ou "morrerem" os raios de luz do "rei" Sol, pois sendo frações vivas de si mesmo, é óbvio que ele morrerá também. 
Abordemos, então, o outro ângulo do teorema: - o que se refere ao Mal, suas causas, seus efeitos e amplitude. O Mal é uma reação de deprimências morais, porém, transitórias, sem prejuízo que subsista na eternidade. O Homem, na sua caminhada evolucionista, enquanto permanece na ignorância da sua realidade espiritual eterna, seu livre-arbítrio desordenado leva-o a cometer desatinos de toda espécie, ou seja - pratica o mal.
É que os seus ouvidos ainda estão fechados à voz profunda que vibra no recesso da sua consciência, advertindo-o para que resista aos impulsos negativos do Mal, em seu próprio benefício, pois "Deus não quer a morte do ímpio, mas que ele se regenere e se salve"!
Nas fases intermediárias da sua evolução, o Homem, ativado pela força negativa, mas pertinaz, do Egoísmo, tem como ideal supremo de sua vida adquirir recursos sem limite, que lhe garantam prover não só às suas necessidades comuns, mas que lhe facultem desfrutar também o gozo de prazeres e comodidades supérfluos. No entanto, logo que ele tem conhecimento de que é um espírito imortal e sente em seu íntimo a grandeza sublime desse atributo, e ainda, que o fator eternidade terminará por vencê-lo, esfacelando todas as resistências da sua rebeldia contra o Bem, ei-lo, então, pouco a pouco, renunciando aos prazeres e interesses efêmeros do mundo utilitarista que o rodeia.
Nesse estágio recuperativo, que se prolonga por diversas reencarnações, chega o dia em que uma nova aurora se abre a iluminar-lhe a consciência; e, então, opera-se a transfiguração referida por Paulo de Tarso: "o homem velho feito de carne animal, cede lugar ao homem novo da realidade espiritual". Depois, a dinâmica do seu egoísmo, que é natureza do Ego inferior, gradativamente, sublima-se, transmuda-se num fator ou elemento energético do Ego superior, ou seja, o "homem novo", já despertado, dispõe-se a assumir o comando de si mesmo, no seu trânsito pelo Cosmo. E, à medida que a sua consciência se eleva e santifica, então, aquela mesma firmeza de vontade doquerer é poder que vence e realiza, em vez de estar a serviço do Ego inferior, passa a servir o Eu superior, cujo ideal supremo é o amor-fraternidadede amplitude cósmica, que, na realização integral do "amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo", perdoa, sacrifica-se, socorre, renuncia, dando tudo de si sem pensar em si. E assim, atingida esta plenitude moral de grau santificante, o microcosmo humano, que é o Homem, passa a refletir as qualidades, as virtudes sublimes do Macrocosmo Divino, que é Deus.
Nessa altura realiza-se então a afirmativa da Gênesis, que diz: - O Homem é feito à imagem de Deus; e também, conforme Jesus - "o filho e o Pai são um"!
Consideremos agora a essência moral da sua presunção quanto à possibilidade de um Espírito permanecer nos abismos do Pecado através do tempo eternidade. Semelhante contingência é inadmissível sob todos os aspectos, pois há uma lei cósmica de evolução dinâmica, que impõe um movimento ascensional a todos os fenômenos do Universo, impulsionando oimperfeitopara o mais perfeito, o pior para "subir" ao melhor. E até a própria matéria bruta, na sua constituição atômica e molecular, está sujeita a esse imperativo evolucionista.
Além das razões expostas, a teoria da morte do Espírito fica destroçada pela base, em face das seguintes contingências de ordem moral: - Uma vez que Deus, em virtude dos seus atributos de presciência e de onisciência,  eidentifica o futuro como uma realidade presente, é óbvio que Ele sabe, por antecipação, qual o rumo ou diretriz moral que seguirá cada um de seus filhos em suas vidas planetárias. E como decorrência dessa visão antecipada, saberia, portanto, que entre eles, alguns, por efeito do seu livre-arbítrio, virão a ser rebeldes incorrigíveis; e que Ele, depois, terá de extingui-los mediante apena de morte espiritual. Ora, em face de tal contingência ou determinismo, resultaria o seguinte conflito de ordem moral em relação aos atributos divinos. É que, havendo entre os espíritos filhos de Deus, uns, possuidores de virtude ou força de vontade que os tornaria capazes de alcançar a hierarquia da angelitude e fazerem jus à vida eterna, e outros, condicionados a serem uma espécie de "demônios"; e que, por isso, mais tarde, será necessário extingui-los pela morte espiritual, então, como conciliar esta parcialidade iníqua do próprio Criador, em face dos seus atributos de justiça e amor infinitos?... E mais: - se Deus tem de emendar ou corrigir hoje um seu ato de ontem, então, que é feito da sua perfeiçãoinfalibilidade?...
Ramatís - do livro ELUCIDAÇÕES DO ALÉM

As defumações e as ervas de efeitos psíquicos - X



PERGUNTA:  Há fundamento na queima de pólvora ou círculo de fogo em torno das pessoas enfeitiçadas, como é próprio dos terreiros?

RAMATÍS: Quando a pólvora é queimada num ambiente "ionizado" pelos técnicos benfeitores do mundo espiritual, ela age por eletrização e pode até causar queimaduras violentas em certas entidades ali presentes, cujo perispírito muito denso e sobrecarregado de éter-físico ainda reage sob os impactos do mundo material. Os espíritos subversivos ou obsessores fogem espavoridos do ambiente onde atuam, quando a queima de pólvora é feita por médiuns ou magos experientes, pois alguns deles são bastante escarmentados em tais acontecimentos. A pólvora preparada pela arte da magia age de modo vigoroso e positivo no lençol etérico e magnético do mundo oculto, pois além de acicatar os espíritos malfeitores desobstrui as cortinas de miasmas estagnados em ambientes enfermiços.
Já explicamos que toda substância, coisa, objeto ou planta do mundo material, inclusive os seres vivos, são núcleos energéticos que exalam energia radioativa, formando-lhes uma aura fortemente impregnada do éter- físico em efervescência na circulação do seu duplo etérico. A rosa física, por exemplo, é a representação exterior e mais grosseira da verdadeira rosa cintilante de cor e exuberância de perfume, que palpita na vivência do mundo oculto. Da mesma forma, o enxofre material é apenas a cópia ou duplicata do mesmo enxofre etérico, que atua mais vivamente no mundo etéreo-astral. A pólvora, consequentemente, cuja fórmula comum é constituída de uma mistura de enxofre, salitre e carvão, tanto explode no campo físico, como ainda eclode mais intensamente no mundo oculto, libertando as energias etéricas das substâncias de que se compõe.
Mesmo a pólvora sem fumaça, feita de nitroglicerina misturada a nitrocelulose, também é um produto de elementos que atuam positivamente no mundo etérico e desintegram os fluidos daninhos.

Nos trabalhos mediúnicos sob o comando de pretos-velhos, índios e caboclos experimentados na técnica de física transcendental, as pessoas cujo perispírito sobrecarregado de fluidos perniciosos mostra-se com sinais de paralisia, são submetidas à "roda-de-fogo", ou queima de pólvora, cuja descarga de ação violenta no mundo etéreo-astral desintegra as escórias perispirituais e saneia a aura humanal. 2 
O mesmo salitre, que os entendidos usam para dissolver a aura enfermiça dos objetos enfeitiçados, depois de misturado ao enxofre e carvão, constitui a pólvora, que ao explodir compõe um ovo áurico no mundo etéreo-astral, muito semelhante ao cogumelo da bomba atômica, desagregando miasmas, bacilos, vibriões e microrganismos psíquicos atraídos pelo serviço de bruxaria e obsessão.

2 - Vide o capítulo X, "O Fogo Purificador", da obra Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz, da FEB, do qual destacamos os seguintes trechos em corroboração ao referido acima, por Ramatís: "Como você não ignora, as descargas elétricas do átomo etérico, em nossa esfera de ação, fornecem ensejo a realizações quase inconcebíveis à mente humana". - "O trabalho dos desintegradores etéricos, invisíveis para nós, tal a densidade ambiente, evita a eclosão das tempestades magnéticas que surgem, sempre, quando os resíduos inferiores de matéria mental se amontoam excessivamente no plano".

Do Livro: “Magia de Redenção” Ramatís/Hercílio Maes – Editora do Conhecimento.

A "INCONSCIÊNCIA IMAGINATIVA" DIANTE DA CARNE.




E que há mais invigilância mental do que condicionamento biológico, de vossa parte, no tocante à alimentação carnívora, e isso podeis verificar pela contradição do vosso gosto e paladar, que se pervertem sob a falsa imaginação. Quantas vezes, diante de cadáveres de animais vítimas de um incêndio ou de uma explosão, costumais sentir náuseas e repugnância devido ao fato de vísceras carbonizadas exalarem o odor fétido de carne queimada!
Entretanto, momentos depois, atraídos pelo aspecto da churrascaria pitoresca, excitai-vos, dominados pelo mórbido apetite, esquecendo-vos de que o churrasco também é carne de animal queimada a fogo lento, diferindo apenas pela natureza dos molhos que se lhe acrescentam. A contradição é flagrante: ali, a repugnância vos domina diante do cadáver assado na explosão; acolá, o condicionamento biológico ou a negligência de raciocínio produz sucos e hormônios que ativam o apetite degenerado. Tudo isso ocorre, no entanto, sóporque ainda alimentais a ilusão de um prazer nutritivo, que é sugerido por igual resto mortal, porém ao molho excitante.
A fumaça repulsiva, que se exala do cadáver de um boi carbonizado no incêndio, é a mesma que ondula sobre as grades gordurosas da churrascaria, em que as vísceras do animal vertem albumina com vinagre e suco de cebola. O pedaço de carne recortado dos despojos cadavéricos da vitela assada ao fogo da estrebaria pode ser tão “macio e gostoso” quanto o “filet mignon” que o garçom de camisa engomada vos oferece sobre o prato de porcelana. A língua arrancada do bovino crestado, na pólvora da explosão inesperada, pode ser tão “apetitosa” quanto a que vos é oferecida em luxuoso restaurante e sob as ondulações melodiosas da festiva orquestra!
Enquanto vos deixardes comandar discricionariamente por essa vontade débil e pela imaginação deformada, ou inconsciência imaginativa, sereis sempre as vítimas dos vícios tolos do mundo e da alimentação perniciosa da carne. E evidente que não há condicionamento de espécie alguma, quando se trata dessa disposição infantil, em que a vossa imaginação ora se torna lúcida, lobrigando a realidade da carne queimada, ora se ilude completamente vendo um suculento petisco naquilo que antes era uma realidade repugnante.  

Do livro: “Fisiologia Da Alma” Ramatís/Hercílio Maes – Editora do Conhecimento.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

lá amigos(as), tudo bem?

lá amigos(as), tudo bem? Aproveitando pra fazer a apresentação por aqui também, meu nome é Julio Conceição, moro em Salvador/BA e sou Analista de Sistemas.

Desenvolvi um aplicativo para Android sobre o Evangelho segundo o Espiritismo e venho divulgar para os interessados. É gratuito! Ainda está de forma bem humilde mas acredito que alcançará o seu objetivo, que é possibiltar a leitura de um trecho do livro a qualquer momento do dia através de um smartphone/tablet com Android. 

Ele exibe um trecho sorteado de forma aleatória por vez e cada trecho só se repetirá quando todos forem escolhidos. Existe também a liberdade de apagar os registros dos que já foram lidos e começar novamente no momento que quiser.

Desde já muito obrigado pela atenção e desejo uma semana iluminada para todos nós.

O link é esse abaixo:
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.evangelhoespiritismo



  

Quem lê e se educa, vale mais


Quem lê e se educa,
vale mais




O Espiritismo, cuja data em que surgiu na Terra é 18 de abril de 1857, com a primeira edição de O Livro dos Espíritos, deu as respostas necessárias a respeito da pergunta milenar: Quem eu sou, de onde venho, para onde eu vou?

No poema Na Era do Espírito, que Castro Alves enviou à Terra através da psicografia de Waldo Vieira, ele descreve  lindamente este momento portentoso, em que a fé raciocinada passou a ser a tônica dominante: “Aos clarões da Imensidade, / Kardec chega e inaugura / A Doutrina viva e pura / Da razão à luz do bem / O Espírito de Verdade / Semeia Divina Messe, / O Evangelho reaparece / Nas Vozes do Grande Além” (livro Antologia dos Imortais – FEB).

Tudo o que era mistério se desfaz. Os milagres são devidamente explicados. E a Doutrina Espírita brilha acima das aparências, do subterfúgio, da mentira. Como disse Augusto dos Anjos (encarnado), no poema Última visão, “... a impávida escuridão obnubilante / Há de cessar! Em sua glória inteira / Deus resplandecerá dentro da poeira / Como um gazofilácio de diamante!”.

Os retrógrados ficam para trás. Como diz  Léon Denis, na introdução da obra  O Problema do Ser, do Destino e da Dor (FEB), “Um TEMPO se acaba; novos tempos se anunciam.” “As formas e concepções do passado”, “já não são suficientes”. Importante anotar que sem as luzes que nos são dadas pelo conhecimento da reencarnação, jamais penetraremos profundamente no entendimento dos dilemas da nossa existência.

Reencarnação, a chave de tudo. Como diz a escritora americana Elizabeth Clare Prophet, é o elo perdido do Cristianismo. Como explica o item IV (Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo) de O Evangelho segundo o Espiritismo, ela fortalece os laços de família.

Importante lembrar a leitura de uma obra fundamental para a compreensão deste assunto: O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, que na introdução (Notícia sobre o Livro), da edição da LAKE – Livraria Allan Kardec Editora, o tradutor J. Herculano Pires observa: “Mesmo entre os espíritas este livro é quase desconhecido. A maioria dos que conhecem nunca se inteirou do seu verdadeiro significado. Kardec nos dá nas suas páginas o balanço da evolução moral e espiritual da humanidade terrena até os nossos dias. Mas ao mesmo tempo estabelece as coordenadas da evolução futura. As penas e recompensas de após morte saem do plano obscuro das superstições e do misticismo dogmático para a luz da análise racional e da pesquisa científica. É evidente que essa pesquisa não pode seguir o método  das ciências da mensuração, pois o seu objeto não é material, mas segue rigorosamente as exigências do espírito científico  moderno e contemporâneo. O grave problema da continuidade da vida após a morte despe-se dos aparatos mitológicos para mostrar-se com a nudez da verdade à luz da razão esclarecida”.

À pergunta milenar do homem sobre a sua origem e destinação, a Doutrina Espírita responde, através das obras básicas (O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese) e de uma vasta literatura espírita, como é o caso da obra Parnaso de Além-Túmulo (FEB), psicografada por Francisco  Cândido Xavier, onde na primeira estrofe do poema Vozes de uma sombra, Augusto dos Anjos nos esclarece, assim,  a respeito do tema: “Donde venho? / Das eras remotíssimas, / Das substâncias elementaríssimas, / Emergindo das cósmicas matérias. / Venho dos invisíveis protozoários, / Da confusão dos seres embrionários, / Das células primevas, das bactérias”.

A literatura espírita é rica em todos os temas. Como esclarece a comunicação do Espírito de Verdade, no item 5 do capítulo VI (O Cristo Consolador) de O Evangelho segundo o Espiritismo): “Todas as verdades se encontram no Cristianismo”. E nos conclama: “Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo”.

Quem lê  se educa, vale mais. No livro Na Escola do Mestre (Edições FEESP), capítulo Evolução e Educação, Pedro de Camargo  - Vinícius -  diz: “A diferença entre o sábio e o ignorante, o justo e o ímpio, o bom e o mau, procede de serem uns educados, outros, não. O sábio se tornou tal, exercitando com perseverança os seus poderes intelectuais. O justo alcançou santidade, cultivando com desvelo e carinho sua capacidade de sentir. Foi de si próprios que eles desentranharam e desdobraram, pondo em evidência aquelas propriedades, de acordo com a sentença que o Divino Artífice insculpiu em suas obras. Crescei e multiplicai”.


Aqueles outros delinquentes


 Aqueles outros delinquentes


Os frutos da delinquência são a loucura de largo porte
e o sofrimento sem conforto

"Há um abismo entre a honestidade perante os homens e a honestidade perante Deus..." -         Joseph Brê[1]

Conclamando-nos à indulgência, José, Espírito protetor, diz[2]: "lembrai-vos d`Aquele que julga em última instância, que vê os movimentos íntimos de cada coração e, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena a que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos..."

Não resta dúvida quanto ao apoucamento generalizado que o Espírito sofre ao prender-se ao corpo físico. Daí a nítida certeza de que quaisquer julgamentos tornam-se parciais e arbitrários, porque impossível se torna abarcar todas as premissas, isto é, a gênese profundamente arraigada nos tecidos da Alma, donde resultam os inditosos fastos que podemos observar à nossa volta. Podemos ilustrar tal situação utilizando-nos da figura do "iceberg": a parte observada acima da linha d’água é insignificante em relação à que está submersa. Assim é como se nos oferecem à visão e compreensão as questões nas quais pretendemos arbitrar. Impossível sermos justos!... Só Deus pode julgar com absoluta precisão e justiça.

Joseph Brê, ao desencarnar, encravou-se em angustiosa situação; inobstante ter sido aparentemente honesto aos olhos dos homens, não o foi perante Deus.

Diz ele - mediunicamente - em dorido testemunho feito à sua neta1: "aí, entre vós, é reputado honesto aquele que respeita as leis do seu país, respeito arbitrário para muitos. Honesto é aquele que não prejudica o próximo ostensivamente, embora lhe arranque muitas vezes a felicidade e a honra, visto o código penal e a opinião pública não atingirem o culpado hipócrita. Em podendo fazer gravar na pedra do túmulo um epitáfio de virtude, julgam muitos terem pago a sua dívida à Humanidade! Erro!... Não basta, para ser honesto perante Deus, ter respeitado as leis dos homens; é preciso antes de tudo não haver transgredido as Leis Divinas.

Honesto aos olhos de Deus será aquele que, possuído de abnegação e amor, consagre a existência ao bem, ao progresso dos seus semelhantes; aquele que, animado de um zelo sem limites, for ativo na vida; ativo no cumprimento dos deveres materiais, ensinando e exemplificando aos outros o amor ao trabalho; ativo nas boas ações, sem esquecer a condição de servo ao qual o Senhor pedirá contas, um dia, do emprego do seu TEMPO; ativo finalmente na prática do amor de Deus e ao próximo.

Confesso, sem corar, que faltei a muitos desses deveres; que não tive a atividade necessária; que o esquecimento de Deus impeliu-me a outras faltas, as quais, por não serem passíveis às leis humanas, nem por isso deixam de ser atentatórias à lei Divina”.

Em estreita conexão com tal depoimento, Joanna de Ângelis nos dá a conhecer a ignorada dimensão onde estão alocados - sem se darem conta - os delinquentes que não se consideram tais. Diz a lúcida Mentora[3]: "delinquem os que exploram a ingenuidade dos jovens, arrojando-os nos antros da perdição; os que usurpam as parcas moedas do povo, no comércio escorchante de mercadorias de primeira necessidade; os profissionais liberais, que anestesiam a dignidade, falseando o juramento que fizeram de prometer servir e honrar o sacerdócio que abraçam, indiferentes, porém, aos problemas dos clientes, protelando suas soluções à custa de largas somas com que constroem sólidas fortunas, apesar de transitórias; os que espalham ondas de inquietação, urdindo tramas que aliciam outros partidários de emoção afetada; os que traem afetos que lhes dedicam confiança e respeito; os maus administradores, que malversam os valores públicos e deles se utilizam a benefício próprio, dos seus êmulos e pares; os que conspiram, à socapa, contra as obras de benemerência e amor; e muitos, muitos outros que são arrolados como dignos de bom conceito e que, certamente, não cairão incursos nas legislações humanas, porque disfarçados de homens probos, bem aceitos e acatados...

Não lograrão fugir de si mesmos, nem se libertarão dos conflitos que se lhes instalam n’alma.

Resguarda-te do contágio da delinquência, preservando os teus valores morais, mesmo que sejam de pequena monta; a tua posição social, embora não tenha realce público; a tua situação econômica, apesar de caracterizada pela pobreza; as tuas aspirações, mesmo que de pequeno porte, ligando-te, em pensamento, ao compromisso do bem, que se irradia do Cristo, que programou para o homem e a Terra, em nome do Pai, a felicidade e a harmonia, através de métodos de dignificação, únicos, aliás, que compensam em profundidade e perenemente.

Os frutos da delinquência são a loucura de largo porte, o sofrimento sem conforto, o suicídio, a morte violenta, nefasta...

Vive, desse modo, as diretrizes do Evangelho e nunca te esqueças que, ao defrontar um delinquente, seja em qual circunstância for, será muito melhor ser-lhe a vítima do que seu algoz, conforme o próprio Mestre nos ensinou com o exemplo da Cruz". 



[1] - KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. 51. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003, cap. III-2, 2ª. parte.

[2] - KARDEC, Allan. O Evangelho seg. o Espiritismo. 129. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2009, cap. X, item 16.

[3] - FRANCO, Divaldo. Luz viva. Salvador: LEAL, 1985, cap. XX.


Não é necessário ser um monge para seguir os ensinamentos do Cristo


Existe uma falsa idéia de que para seguir aos ensinamentos de Cristo é necessário ser um padre, monge, asceta ou qualquer coisa do tipo. Esse conceito se formou em tempos muito remotos e permanece até hoje.

Talvez essa idéia seja motivada por aquelas ocasiões em que Jesus dizia: "vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e segue-me". Mas se observarmos com a devida atenção, veremos que Jesus só usou dessa orientação para com aqueles que eram excessivamente apegados ao dinheiro e ao materialismo. Nada mais era do que um teste, para saber se aqueles aspirantes a seguidores realmente queriam segui-lo de coração, ou seja, se estariam dispostos a largar seus vícios e paixões.

Hoje, o Espiritismo nos faz refletir sobre todo esse legado deixado por Jesus, a fim de compreendermos quais eram as verdadeiras lições por trás das parábolas e dos exemplos que ele usava. Hoje conseguimos perceber que não é vendendo tudo o que temos e dando o dinheiro aos pobres é que seremos seguidores de Jesus.

Hoje sabemos que as atitudes exteriores não fazem a menor diferença. De que adianta uma pessoa livrar-se de tudo o que tem se em seu coração continuar cultivando a cobiça, a ganância e o apego? De que adianta orar de joelhos em um templo se o seu coração está cheio de ódio, mágoa, egoísmo e orgulho?

Não são os atos exteriores que tornam as pessoas seguidores do Cristo. Para seguir aos ensinamentos de Jesus é necessário que a mudança seja feita de dentro para fora, com pensamentos corretos, palavras corretas e atitudes corretas. Sendo imprescindível que as palavras e atitudes sejam coerentes com os pensamentos.

De que vale um homem que profere palavras santas se o seu coração é cheio de podridão? De que adianta saber os ensinamentos de cor se eles não forem postos em prática?

Por isso que Jesus já advertia: "reconhece-se a árvore por seus frutos. Uma árvore ruim não pode dar bons frutos, e uma árvore boa não pode dar maus frutos". Isso quer dizer: se conhecem as pessoas por suas atitudes.

E esta mesma frase nos é reforçada pelo Espiritismo: "Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações".

Portanto, não é necessário que sejamos padres, monges ou ascetas para seguir aos ensinamentos do Cristo. É necessário que nossos pensamentos, palavras e ações estejam de acordo com esses ensinamentos.

Quando vemos um homem de terno e gravata, logo pensamos: "é um homem digno". E se eu lhe dissesse que o seu coração está corroído pela maldade e o desejo de vingança?

Quando vemos um homem esfarrapado, logo pensamos: "é um vagabundo ou alguém de má vida". E se eu lhe dissesse que aquele homem esfarrapado faz o máximo de bem que pode com os seus poucos recursos?

Não se deve julgar uma pessoa pelo que ela aparenta ser. Assim como ser cristão não é algo baseado em aparências, mas em atitudes.

Sigamos pois o Cristianismo por seus ensinamentos, e tornemo-nos exemplos vivos deles. "Fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fosse feito e não fazer ao próximo o que não gostaríamos que nos fosse feito", "pagar o mal com o bem", "fazer o bem sem ostentação", "não julgar, se não quisermos ser julgados", "não servir a Deus e a Mamon" e todos os demais ensinamentos deixados podem ser praticados por toda e qualquer pessoa: um médico, um bancário, um pedreiro, um motorista, o presidente de uma empresa, um mendigo, etc.

Pois é necessário que esses ensinamentos estejam em prática dentro de nós, moldando nossa moral e nosso caráter. E isso, não precisa de representações exteriores. Conheceremos a boa árvore por seu fruto, e não por suas flores.

Ser um verdadeiro Cristão é ser um exemplo vivo da bondade, do amor, da humildade, da justiça, da benevolência e de todas as virtudes que existem.

"16 – “Nem todos os que me dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Escutai estas palavras do mestre, todos vós que repelis a doutrina espírita como obra do demônio! Abri os vossos ouvidos, pois chegou o momento de ouvir! Será suficiente trazer a libré do Senhor, para ser um fiel servidor? Será bastante dizer:“ Sou cristão ”, para seguir o Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereis pelas suas obras. “Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má dar bons frutos”. – “Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada no fogo”. – Eis as palavras do Mestre. Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Quais os frutos que a árvore do Cristianismo deve dar, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com a sua sombra uma parte do mundo, mas ainda não abrigaram a todos os que devem reunir-se em seu redor? Os frutos da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e fé. O Cristianismo, como o vem fazendo desde muitos séculos, prega sempre essas divinas virtudes, procurando distribuir os seus frutos. Mas quão poucos os colhem! A árvore é sempre boa, mas os jardineiros são maus. Quiseram moldá-la segundo as suas idéias, modelá-la de acordo com as suas conveniências. Para isso a cortaram, diminuíram, mutilaram. Seus ramos estéreis já não produzem maus frutos, pois nada mais produzem. O viajor sedento que se acolhe à sua sombra, procurando o fruto de esperança, que lhe deve dar força e coragem, encontra apenas os ramos adustos, pressagiando mau tempo. É em vão que busca o fruto da vida na árvore da vida: as folhas tombam secas aos pés. A mãos do homem tanto as trabalharam, que acabaram por crestá-las!

            Abri, pois, vossos ouvidos e vossos corações, meus bem amados! Cultivai esta árvore da vida, cujos frutos proporcionam a vida eterna. Aquele que a plantou vos convida a cuidá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância os seus frutos divinos. Deixai-a assim como o Cristo vo-la deu: não a mutileis. Sua sombra imensa quer estender-se por todo o universo; não lhe corte a ramagem. Seus frutos generosos caem em abundância, para alentar o viajor cansado, que deseja chegar ao seu destino. Não os amontoeis, para guardá-los e deixá-los apodrecer, sem servirem a ninguém. “São muitos os chamados e poucos os escolhidos”. É que há os açambarcadores do pão da vida, como os há do pão material. Não vos coloqueis entre eles; a árvore que dá bons frutos deve distribuí-los para todos. Ide, pois, procurar os necessitados; conduzi-os sob as ramagens da árvore e partilhai com eles o abrigo que ela vos oferece. “Não se colhem uvas dos espinheiros”. Meus irmãos, afastai-vos, pois, dos que vos chamam para apontar os tropeços do caminho, e segui os que vos conduzem à sombra da árvore da vida.

            O divino Salvador, o justo por excelência, disse, e suas palavras não passarão: “Os que me dizem Senhor, Senhor, nem todos entrarão no Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Que o Senhor das bênçãos vos abençoe, que o Deus da luz vos ilumine; que a árvore da vida vos faça com abundância a oferenda dos seus frutos! Credes e orai!
SIMEÃO, Bordeaux, 1863.
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Imagens

Imagens
        Não é somente o homem que escreve, a pessoa capaz de trazer monstruosas criações ao pensamento do povo, assim como não apenas o tribuno pode formar na mente alheia estados alarmantes de ansiedade e loucura.

       Quantas vezes, nas tarefas cotidianas, traçamos nos outros destrutivas impressões de revolta e indiferença, com os nossos gestos impensados?
       Quantas vezes nossa cólera terá gerado naqueles que nos cercam, o desânimo e a frustração?
       Em quantos pequeninos lances da luta diária, damos passo à calúnia e à maledicência, pasmando ideias que, hoje vagas e imprecisas, podem ser amanhã, decisivos fatores de perturbação e delinquência?
       Longe de ponderar as responsabilidades que nos enriquecem o espírito, frequentemente descemos a questiúnculas e bagatelas infelizes, sugerindo a maldade e disseminando a aflição, agravando, assim, nossos débitos, consolidando as forças da ignorância e da crueldade, em desfavor de nós mesmos.

       No altar de nossa fé e no campo da caridade que o Senhor nos deu para lavrar, recorda que responderemos pelas imagens que os nossos pensamentos, palavras e atos estabelecem na alma dos outros, tanto os arquitetos se incumbem das construções que lhes obedecem aos planos.
       E acordando para a luz que nos cabe acender na viagem da vida, não te esqueças da claridade de paz e bom ânimo, confiança e alegria que nos compete estender, na proteção aos que nos cercam, a fim de que possamos avançar livremente ao encontro da harmonia e do progresso, porque todas as nossas criações de pessimismos e indisciplina, desalento e amargura, em seus golpes de retorno, significarão para nós mesmos, penúria e dificuldade, infortúnio e provação.
Emmanuel
(De “Mãos marcadas”, de Francisco Cândido Xavier – Espíritos diversos)

VIVER INTENSAMENTE!

 VIVER INTENSAMENTE!



Não dá pra viver intensamente sem lutar incansavelmente pelos sonhos
Viva intensamente, sempre! Agarre a sua vida! Agarre a sua chance.... Talvez não tenha outra oportunidade de estar aqui e agora.
Aproveite bem o que tem para ser aproveitado e vivido! Aproveite bem o seu dia! Aproveite bem a sua vida! Aproveite para amar e ser amado. Não dá pra viver intensamente sem o amor verdadeiro, amor-doação, amor incondicional, sabia? Não dá pra viver intensamente sem lutar incansavelmente pelos sonhos!
Outra coisa, já que não dá pra ser feliz o tempo todo, que tal aproveitar muito bem os momentos felizes e bons? Cuidado com a rotina! Arrisque-se mais! Você está sempre pronto para aproveitar o seu dia, sabia? Portanto, não desperdice o seu tempo com ressentimentos, dores e coisas que fizeram parte do ontem. Não tenha problemas imaginários, por favor! Pare de sofrer por antecipação!
Lembre-se que se no passado não deu para realizar tudo o que você planejou, você tem o hoje para conseguir, viu? Afinal, hoje você tem mais conhecimento, mais experiência, mais sabedoria para acertar, né?
Antecipe-se aos acontecimentos. Componha você mesmo a sua história, escrevendo o seu próprio livro. Pilote o seu avião! A vida sugere ação, atitude! Esteja sempre pronto e aberto para as oportunidades que estão sempre aparecendo.
Invente, desenvolva, estimule. Não fique parado! E a partir de agora comece a considerar os seus sonhos. Recomece sempre! Recomece com confiança a partir do lugar onde você parou. Sempre é tempo de recomeçar.
E se for preciso sair do zero outra vez, e começar um novo projeto? Que mal tem nisso? Vamos lá! O seu papel é também estar dentro da dinâmica das mudanças que se processam a todo o momento. Antecipe o futuro com a visão que você tem agora.
Boa tarde! Bom Divertimento! Fique com Deus!
"Viver bem não é só viver feliz. É viver intensamente"

Bendita pátria


Bendita pátria

É lamentável a depreciação que os próprios brasileiros fazem do Brasil.

Parece que uma onda de pessimismo varre o país de norte a sul. E o que mais e mais se ouve, se lê e se assiste são frases pessimistas e cheias de ranço.

No entanto, os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para falar bem do Brasil e bons motivos para enaltecer nossa bendita nação.

Segundo dados fornecidos pela Antropos Consulting, o Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações.

O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

No Brasil temos 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

Das crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos, 97,3% estão estudando.

O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, nosso país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que temos esse vício de só falar mal do nosso Brasil?

Por que não nos orgulhamos em dizer que nosso mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

Que temos o mais moderno sistema bancário do planeta? Que nossas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

Por que não falamos que somos o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu TEMPO em trabalhos voluntários?

Por que não dizemos que somos hoje a terceira maior democracia do mundo? Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

Por que não nos lembramos que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não nos orgulhamos de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando?

É!

O Brasil é um país abençoado de fato.

Bendito país, que possui a magia de unir pessoas de todas as raças, de todas as religiões, de todas as cores...

Bendito país que sabe entender todos os sotaques...

Bendito país que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.

Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!


Hospitais e renovação moral


Expliações do Doutor Bezerra de Menezes sobre os hospitais e seu importante papel na renovação moral da humanidade.
- Os hospitais são núcleos onde a dor física reconduz o espírito do enfermo a reflexões superiores, ajustando-o a novos padrões. Com isso, a transformação para o Bem que não se conseguiu fazer em décadas de saúde pode ser conquistada em algumas semanas de dor que, juntamente com a inspiração dos amigos invisíveis, possibilitará a cirurgia moral do doente através da renovação de conceitos e da modificação de projetos.
Certamente que muitos se permitem a melhoria apenas por alguns dias, enquanto se mantenham vítimas da dor. No entanto, a casa hospitalar na Terra tem sido o jardim da infância da elevação do Espírito. Se este não desejar tornar-se um bom aluno, não poderá, mais tarde, acusar a Providência de não tê-lo ajudado. Além do mais, é no Hospital terreno que a maioria dos enfermos encontra a última pousada antes da volta à vida verdadeira na qual vive seus últimos momentos no corpo denso. Isso também é um fator benéfico que permite ao mundo espiritual auxiliar no preparo adequado de tais transições, naturalmente que levando em consideração as peculiaridades de cada caso e o merecimento do enfermo para o tipo de ajuda que lhe esteja disponível no momento da morte. Por isso, essas casas de dor educativa recebem os eflúvios de Amor diretamente do coração do Cristo. Já os centros educacionais que procuram infundir conceitos elevados nas consciências, são as ferramentas de Deus que a Providência utiliza para tentar corrigir o mal antes que o parque hospitalar precise ser acionado. Através do ensinamento, das lições que são compartilhadas pelas inteligências em crescimento, a Bondade do Pai ampara aqueles que poderão evitar os erros graças aos esclarecimentos que recebam. Professores abnegados, homens e mulheres pouco reconhecidos pela sociedade das aparências são considerados por Deus como os Embaixadores da Nova Era, escultores do Novo Homem, fomentadores de Novos Horizontes de onde podemos considerar, sem qualquer exagero, que um único e devotado professor é encarado pelos Espíritos Superiores, como um verdadeiro CENTRO DE PROFILAXIA, um centro de difusão de medicamentos poderosíssimos para a cauterização de pequenas feridas nascidas da ignorância. Ao espalhar não apenas o saber formal das diversas áreas do conhecimento, mas, igualmente, o bom exemplo a uma juventude cada vez mais desguarnecida de parâmetros de nobreza e de limites para seus comportamentos, ensinando boas maneiras, cultivando a afetividade que os lares têm sido impotentes para transmitir, cada mestre-escola é um enviado de Deus ao campo de batalhas da vida humana. Então, as escolas de todos os níveis onde persistam os ideais no coração de seus dirigentes e trabalhadores são tão importantes quanto os Hospitais, merecendo o amparo sublime das Forças Superiores para que prossigam instigando boas coisas a todos quantos se candidatem à renovação interior, transformando-se em seres humanos mais Humanos.
Ao escutarem tais revelações, os acompanhantes de Bezerra se surpreendiam, diante de conceitos tão superiores externados em frases simples.
Jamais haviam imaginado que hospitais e escolas recebiam do Alto tão elevada catalogação, ainda que não lhes fosse novidade a existência de luminosas entidades em tais ambientes, prestando relevantes serviços de salvação.
Livro Herdeiros do Novo Mundo, cap. 14, Espírito Lúcius – psicografia de André Luiz Ruiz.

COMPROMISSO ESPÍRITA

COMPROMISSO ESPÍRITA
  
Eu vos saúdo em nome de Nosso Senhor Jesus-Cristo !
 
Todos vós, obreiros da Era Nova, não vos equivoqueis ! Chegado é o momento
da definição resoluta e terminante, no que tange a responsabilidades íntimas e
intransferíveis no campo do Senhor da Vida Total.
Aquinhoados, abundantemente, com a comunicação do Mundo Espiritual, sabeis
que o túmulo é porta de reingresso na vida, quanto o berço é clausura na jornada
da carne para refazer e para edificar.
Convocados ao ministério sublime da mediunidade socorrista, recebestes a semente
de luz para a plantação no solo do futuro, com vistas à Humanidade melhor do amanhã.
Se o óbice tenta obstacular-vos o avanço, não desanimeis; se o empeço arma difíceis
sedições pelo caminho, em forma de revolta íntima ou de revolta alheia, prossegui
intimoratos; se a impiedade zurze a chibata da incompreensão e semeia a vossos pés
o cardo, a urze e o pedregulho, não desanimeis; se vos ferirem, bendizei a oportunidade
de resgatar, considerando que poderíeis ser os criminosos que provocam dores; se a noite
de sombras espessas ameaçar o santuário da vossa fé, colocando cúmulos que dificultem
o discernimento nas telas da vossa mente, acendei a lâmpada clarificadora da prece para, 
que a luz da compaixão e da misericórdia vos aponte rumos de segurança !
Em qualquer circunstância, amai ! Em qualquer situação, servi ! Em todo momento, crede !
O Senhor da Vida não nos abandona hora alguma e a sua misericórdia não nos deixa
nunca, fazendo que entesouremos, nos depósitos sublimes da alma, as moedas 
luminescentes da felicidade total.
Dobrai-vos sobre as necessidades redentoras, marchai enxugando lágrimas com as mãos
suadas e envolvendo o coração na "lã do Cordeiro de Deus", confiai em que a senda
pavimentada com as pedras da humildade legítima vos conduzirá ao oásis refazente da paz,
em que a linfa cristalina e nobre do Evangelho estará cantando a melodia do reconforto
para vossas almas.
Exorando a Ele, o Excelso Benfeitor de todos nós, que nos abençoe e conduza, suplicamos
que nos não deixe nunca a sós, na obra com que nos dignifica a oportunidade e nos enseja
a ocasião de redenção interior !
 
(Obra: Depoimentos Vivos - Divaldo P. Franco /Eurípedes Barsanulfo)